<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Trabalhista - Moreira Cesar e Krepp</title>
	<atom:link href="https://mckadvogados.adv.br/categoria/mck-noticias/trabalhista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mckadvogados.adv.br/categoria/mck-noticias/trabalhista/</link>
	<description>Advogados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 01:38:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://mckadvogados.adv.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-favicon-2025-mck_preto-32x32-1-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos Trabalhista - Moreira Cesar e Krepp</title>
	<link>https://mckadvogados.adv.br/categoria/mck-noticias/trabalhista/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Redução do intervalo de almoço: quando a flexibilização é permitida pela legislação trabalhista?</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/reducao-do-intervalo-de-almoco-quando-a-flexibilizacao-e-permitida-pela-legislacao-trabalhista/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/reducao-do-intervalo-de-almoco-quando-a-flexibilizacao-e-permitida-pela-legislacao-trabalhista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 01:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4993</guid>

					<description><![CDATA[<p>A possibilidade de reduzir o intervalo intrajornada para repouso [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/reducao-do-intervalo-de-almoco-quando-a-flexibilizacao-e-permitida-pela-legislacao-trabalhista/">Redução do intervalo de almoço: quando a flexibilização é permitida pela legislação trabalhista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A possibilidade de reduzir o intervalo intrajornada para repouso e alimentação tem despertado o interesse de empresas que buscam maior eficiência operacional sem comprometer a conformidade trabalhista. Embora a legislação permita essa flexibilização, sua adoção exige o cumprimento de requisitos específicos para garantir validade jurídica.</p>



<p>De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), empregados que cumprem jornadas superiores a seis horas diárias têm direito a um intervalo mínimo de uma hora para repouso e alimentação. Em determinadas situações, entretanto, esse período pode ser reduzido para 30 minutos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A redução do intervalo é permitida?</h2>



<p>Sim. A legislação trabalhista admite a redução do intervalo intrajornada para o limite mínimo de 30 minutos, desde que sejam observadas as exigências legais aplicáveis.</p>



<p>A medida pode representar benefícios tanto para as empresas quanto para os colaboradores, proporcionando maior dinamismo à rotina operacional, melhor organização da jornada de trabalho e maior flexibilidade na gestão do tempo.</p>



<p>No entanto, essa redução não pode ser implementada de forma unilateral pelo empregador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os requisitos legais?</h2>



<p>Para que a flexibilização seja considerada válida, é indispensável que ela esteja prevista em Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo de Trabalho firmado com o sindicato representativo da categoria profissional.</p>



<p>Além disso, a empresa deve assegurar condições adequadas para que os empregados realizem seu período de repouso e alimentação, incluindo infraestrutura compatível, como refeitórios apropriados quando exigidos pelas normas aplicáveis.</p>



<p>Esses requisitos demonstram que a medida deve estar alinhada às regras de saúde, segurança e proteção ao trabalhador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os riscos da implementação irregular?</h2>



<p>A adoção da redução do intervalo sem respaldo em instrumento coletivo ou sem o cumprimento das exigências legais pode gerar significativo passivo trabalhista.</p>



<p>Em eventual fiscalização ou demanda judicial, a empresa poderá ser responsabilizada pelo descumprimento da legislação, com reflexos financeiros decorrentes do pagamento de diferenças remuneratórias, horas extras e demais encargos aplicáveis.</p>



<p>Por essa razão, a análise preventiva da viabilidade da medida é fundamental antes de qualquer alteração na jornada de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança jurídica depende de planejamento</h2>



<p>A flexibilização do intervalo de almoço pode ser uma alternativa eficiente para determinados modelos de negócio, mas sua implementação deve ser conduzida com rigor técnico e jurídico.</p>



<p>A celebração de Acordo ou Convenção Coletiva, aliada ao cumprimento das normas de saúde e segurança do trabalho, é o que confere segurança jurídica à medida e reduz o risco de futuros questionamentos.</p>



<p>Antes de adotar qualquer alteração relacionada à jornada de trabalho, é recomendável realizar uma análise individualizada das condições da empresa e da categoria profissional, garantindo que a estratégia esteja em conformidade com a legislação trabalhista vigente.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/reducao-do-intervalo-de-almoco-quando-a-flexibilizacao-e-permitida-pela-legislacao-trabalhista/">Redução do intervalo de almoço: quando a flexibilização é permitida pela legislação trabalhista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/reducao-do-intervalo-de-almoco-quando-a-flexibilizacao-e-permitida-pela-legislacao-trabalhista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Execução trabalhista e limites processuais: o que está em debate no STF</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/execucao-trabalhista-e-limites-processuais-o-que-esta-em-debate-no-stf/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/execucao-trabalhista-e-limites-processuais-o-que-esta-em-debate-no-stf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4880</guid>

					<description><![CDATA[<p>A execução trabalhista tem sido, historicamente, um dos pontos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/execucao-trabalhista-e-limites-processuais-o-que-esta-em-debate-no-stf/">Execução trabalhista e limites processuais: o que está em debate no STF</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A execução trabalhista tem sido, historicamente, um dos pontos mais sensíveis do processo judicial, especialmente diante da necessidade de garantir efetividade na satisfação de créditos e, ao mesmo tempo, preservar direitos fundamentais das partes envolvidas.</p>



<p>Recentemente, esse equilíbrio voltou ao centro do debate jurídico com o questionamento, no Supremo Tribunal Federal, de procedimentos utilizados para acelerar execuções na Justiça do Trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eficiência x garantias processuais</h2>



<p>A discussão gira em torno de um ponto central: até que ponto é possível adotar mecanismos para tornar a execução mais rápida sem comprometer princípios essenciais do processo.</p>



<p>Instrumentos criados para dar maior celeridade, como a centralização de execuções contra um mesmo devedor e a adoção de regimes especiais de busca patrimonial, vêm sendo utilizados com o objetivo de evitar repetição de atos e aumentar a efetividade das cobranças.</p>



<p>No entanto, a aplicação desses mecanismos levanta questionamentos sobre possíveis excessos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Centralização de execuções: avanço ou risco?</h2>



<p>Entre os pontos debatidos está a concentração de múltiplas execuções em um único processo, conduzido por um juízo centralizador.</p>



<p>Na prática, essa medida busca:</p>



<p>• racionalizar procedimentos<br>• reduzir custos processuais<br>• acelerar a satisfação de créditos</p>



<p>Por outro lado, a centralização pode gerar preocupações quando associada à ampliação de poderes do juízo na condução da execução, especialmente se houver atuação sem provocação das partes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão de terceiros e responsabilidade</h2>



<p>Outro aspecto relevante envolve a possibilidade de inclusão de empresas e pessoas físicas no polo passivo da execução.</p>



<p>O debate jurídico aponta que essa medida, quando adotada sem o devido procedimento formal — como a apuração específica de grupo econômico ou desconsideração da personalidade jurídica — pode comprometer o direito de defesa.</p>



<p>Esse ponto reforça a necessidade de observância rigorosa dos ritos processuais, mesmo em contextos de alta complexidade e volume de demandas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto para as empresas</h2>



<p>Para o ambiente empresarial, a discussão vai além do aspecto técnico.</p>



<p>Ela envolve diretamente:</p>



<p>• segurança jurídica nas relações trabalhistas<br>• previsibilidade na gestão de passivos<br>• limites na atuação de órgãos jurisdicionais</p>



<p>Empresas com múltiplas demandas em fase de execução podem ser diretamente impactadas por eventuais mudanças ou definições mais claras sobre esses procedimentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar</h2>



<p>A análise do tema pelo STF pode contribuir para a definição de parâmetros mais objetivos sobre a condução das execuções trabalhistas.</p>



<p>A tendência é que se busque um ponto de equilíbrio entre:</p>



<p>• eficiência na cobrança de créditos<br>• respeito às garantias processuais</p>



<p>Esse ajuste é essencial para manter a confiança no sistema e assegurar que a celeridade não se sobreponha à legalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A execução trabalhista continua sendo um campo de tensão entre agilidade e segurança jurídica.</p>



<p>O debate atual evidencia que, mais do que acelerar procedimentos, é fundamental garantir que cada etapa respeite os princípios que estruturam o processo.</p>



<p>Para as empresas, acompanhar esse movimento é essencial — não apenas para entender riscos, mas para estruturar estratégias mais seguras na gestão de passivos trabalhistas.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/execucao-trabalhista-e-limites-processuais-o-que-esta-em-debate-no-stf/">Execução trabalhista e limites processuais: o que está em debate no STF</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/execucao-trabalhista-e-limites-processuais-o-que-esta-em-debate-no-stf/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF reforça limites à fiscalização trabalhista em casos de terceirização</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/stf-reforca-limites-a-fiscalizacao-trabalhista-em-casos-de-terceirizacao/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/stf-reforca-limites-a-fiscalizacao-trabalhista-em-casos-de-terceirizacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4844</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal reacendeu o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/stf-reforca-limites-a-fiscalizacao-trabalhista-em-casos-de-terceirizacao/">STF reforça limites à fiscalização trabalhista em casos de terceirização</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal reacendeu o debate sobre os limites da fiscalização trabalhista em contratos de terceirização.</p>



<p>Ao analisar reclamação constitucional envolvendo autuação administrativa por suposta fraude na terceirização, o STF cassou decisão da Justiça do Trabalho que havia validado multa expressiva aplicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O ponto central da decisão</h2>



<p>O fundamento adotado foi claro: a penalidade administrativa não pode se basear apenas em presunção de irregularidade.</p>



<p>Segundo o entendimento do ministro relator, a autuação considerou a atuação de trabalhadores terceirizados na atividade-fim da empresa como suficiente para caracterizar vínculo empregatício direto, sem a demonstração concreta de fraude ou dos elementos clássicos da relação de emprego.</p>



<p>Essa conclusão confronta precedentes já consolidados pelo próprio Supremo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o STF já decidiu sobre terceirização</h2>



<p>Nos julgamentos da ADPF 324 e do RE 958.252 (Tema 725 da repercussão geral), o STF reconheceu a licitude da terceirização ampla e irrestrita, inclusive em atividade-fim, com fundamento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>no princípio da livre iniciativa;</li>



<li>na liberdade de organização empresarial;</li>



<li>na compatibilidade entre proteção ao trabalho e dinâmica econômica.</li>
</ul>



<p>A decisão recente reafirma essa jurisprudência e reforça que a mera terceirização não configura, por si só, irregularidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização administrativa x competência jurisdicional</h2>



<p>Outro ponto sensível envolve os limites da atuação do auditor fiscal do trabalho.</p>



<p>Embora a fiscalização tenha competência para autuar irregularidades administrativas, a declaração formal de vínculo empregatício é matéria típica da esfera jurisdicional, sujeita à análise probatória e ao contraditório.</p>



<p>Quando a penalidade se apoia exclusivamente na presunção de vínculo, sem comprovação concreta de subordinação direta, pessoalidade e habitualidade, abre-se espaço para questionamento judicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos práticos para as empresas</h2>



<p>A decisão sinaliza alguns efeitos relevantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>possibilidade de revisão judicial de autuações baseadas apenas na atividade-fim terceirizada;</li>



<li>reforço da necessidade de fundamentação técnica nas fiscalizações;</li>



<li>aumento do debate sobre a judicialização de autos de infração e procedimentos administrativos.</li>
</ul>



<p>Importante destacar que o STF não analisou os fatos específicos do caso — como eventual fraude ou desvirtuamento contratual — mas limitou-se a verificar a compatibilidade da decisão trabalhista com sua própria jurisprudência.</p>



<p>Ainda assim, o posicionamento traz impacto significativo para empresas que estruturam suas operações por meio de contratos de terceirização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança jurídica e gestão preventiva</h2>



<p>A decisão não elimina riscos.</p>



<p>A terceirização continua sujeita à análise concreta dos requisitos legais. Se houver fraude, intermediação ilícita de mão de obra ou desvirtuamento contratual, a responsabilização permanece possível.</p>



<p>Por isso, mais do que confiar apenas na jurisprudência, é essencial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estruturar contratos consistentes;</li>



<li>revisar fluxos operacionais;</li>



<li>garantir autonomia real da empresa prestadora;</li>



<li>manter governança documental adequada.</li>
</ul>



<p>A segurança jurídica não decorre apenas da tese — mas da prática empresarial alinhada à legislação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O STF reforçou que a terceirização é lícita e que a fiscalização administrativa não pode se sustentar em presunções genéricas.</p>



<p>Para o ambiente empresarial, a decisão representa um importante marco de estabilidade interpretativa.</p>



<p>Contudo, o cenário exige cautela, estrutura técnica e acompanhamento jurídico especializado, especialmente diante da complexidade das relações trabalhistas contemporâneas.</p>



<p>Se sua empresa opera com contratos de terceirização, este é o momento adequado para revisar riscos e fortalecer a conformidade.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/stf-reforca-limites-a-fiscalizacao-trabalhista-em-casos-de-terceirizacao/">STF reforça limites à fiscalização trabalhista em casos de terceirização</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/stf-reforca-limites-a-fiscalizacao-trabalhista-em-casos-de-terceirizacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cláusula de non compete: o que é, quando aplicar e quais são os limites legais</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/clausula-de-non-compete-o-que-e-quando-aplicar-e-quais-sao-os-limites-legais/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/clausula-de-non-compete-o-que-e-quando-aplicar-e-quais-sao-os-limites-legais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4829</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cláusula de non compete é um mecanismo contratual [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/clausula-de-non-compete-o-que-e-quando-aplicar-e-quais-sao-os-limites-legais/">Cláusula de non compete: o que é, quando aplicar e quais são os limites legais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cláusula de<em> non compete</em> é um mecanismo contratual utilizado para proteger empresas contra concorrência desleal após o desligamento de profissionais estratégicos. Seu objetivo é preservar informações sensíveis, estratégias comerciais e vantagens competitivas adquiridas durante a relação de trabalho.</p>



<p>Essa cláusula impede, por prazo e território determinados, que o ex-empregado, sócio ou diretor atue em empresas concorrentes ou desenvolva atividade econômica similar. Apesar de amplamente utilizada, sua validade depende do equilíbrio entre a proteção empresarial e o direito constitucional ao trabalho.</p>



<p>Para que seja juridicamente válida, a cláusula de <em>non compete</em> não pode ser excessiva. É indispensável a fixação de limites temporais e geográficos razoáveis, além da previsão de compensação financeira durante o período de restrição. A ausência desses critérios pode caracterizar abuso e levar à nulidade da cláusula.</p>



<p>A aplicação costuma ser mais comum em cargos de alta confiança, funções estratégicas ou em setores que envolvem tecnologia, inovação e informações confidenciais. Ainda assim, pequenas e médias empresas também podem adotar a cláusula, desde que respeitados os parâmetros legais.</p>



<p>Em casos de descumprimento, quando a cláusula é válida e regularmente pactuada, o profissional pode sofrer penalidades contratuais, como multa, além de outras consequências jurídicas. Por outro lado, cláusulas genéricas ou desproporcionais tendem a ser afastadas pelo Judiciário.</p>



<p>Diante disso, a elaboração da cláusula de <em>non compete</em> deve ser feita com análise individualizada do cargo, do mercado e da real necessidade de proteção, sempre com suporte jurídico especializado, garantindo segurança para a empresa sem comprometer direitos fundamentais.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/clausula-de-non-compete-o-que-e-quando-aplicar-e-quais-sao-os-limites-legais/">Cláusula de non compete: o que é, quando aplicar e quais são os limites legais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/clausula-de-non-compete-o-que-e-quando-aplicar-e-quais-sao-os-limites-legais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF consolida entendimento sobre limites da execução trabalhista contra empresas</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/stf-consolida-entendimento-sobre-limites-da-execucao-trabalhista-contra-empresas/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/stf-consolida-entendimento-sobre-limites-da-execucao-trabalhista-contra-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 23:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4822</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/stf-consolida-entendimento-sobre-limites-da-execucao-trabalhista-contra-empresas/">STF consolida entendimento sobre limites da execução trabalhista contra empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar uma tese de repercussão geral que redefine os limites da execução trabalhista em face de empresas que não participaram da fase de conhecimento do processo. O entendimento reforça garantias constitucionais e traz maior previsibilidade ao ambiente empresarial.</p>



<p>De acordo com a posição majoritária da Corte, a execução trabalhista não pode ser direcionada automaticamente contra empresas que não integraram a ação desde o início, ainda que façam parte de um mesmo grupo econômico. Para que haja responsabilização, é necessário que o reclamante indique essas empresas já na petição inicial, com demonstração concreta dos requisitos legais.</p>



<p>O STF também deixou claro que o redirecionamento da execução somente é admitido em hipóteses excepcionais, como sucessão empresarial ou abuso da personalidade jurídica. Mesmo nesses casos, é indispensável a observância do procedimento próprio, garantindo contraditório e ampla defesa às partes envolvidas.</p>



<p>A tese aprovada tem aplicação inclusive sobre execuções anteriores à Reforma Trabalhista de 2017, preservando, contudo, situações já definitivamente encerradas, créditos quitados ou processos transitados em julgado.</p>



<p>O entendimento firmado no âmbito do Tema de repercussão geral representa um avanço relevante para a segurança jurídica, ao coibir ampliações automáticas da responsabilidade patrimonial e reforçar que a efetividade da execução não pode ocorrer à margem das garantias fundamentais do processo.</p>



<p>Para empresas e grupos econômicos, a decisão exige atenção redobrada na gestão de riscos trabalhistas, na estruturação societária e na condução estratégica de litígios, sempre com suporte jurídico especializado.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/stf-consolida-entendimento-sobre-limites-da-execucao-trabalhista-contra-empresas/">STF consolida entendimento sobre limites da execução trabalhista contra empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/stf-consolida-entendimento-sobre-limites-da-execucao-trabalhista-contra-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compliance trabalhista + RH: gestão preventiva para as empresas</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/compliance-trabalhista-rh-gestao-preventiva-para-as-empresas/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/compliance-trabalhista-rh-gestao-preventiva-para-as-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 19:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4764</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cenário empresarial brasileiro ainda enfrenta um dos maiores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/compliance-trabalhista-rh-gestao-preventiva-para-as-empresas/">Compliance trabalhista + RH: gestão preventiva para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O cenário empresarial brasileiro ainda enfrenta um dos maiores desafios da gestão moderna: os passivos trabalhistas. Segundo <a href="https://www.tst.jus.br/-/julgamentos-na-justi%C3%A7a-do-trabalho-superaram-4-milh%C3%B5es-em-2024">dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST)</a>, o país figura entre os que mais registram ações dessa natureza no mundo.</p>



<p>Mas, ao contrário do que muitos gestores imaginam, a contenção desses riscos não se limita à atuação jurídica — ela começa dentro do setor de Recursos Humanos.</p>



<p>O compliance trabalhista vai além da adequação legal. Ele representa uma cultura organizacional de prevenção, que integra jurídico, liderança e colaboradores em torno de políticas claras e práticas éticas.</p>



<p>Quando o RH atua de forma estruturada — padronizando admissões, férias, horas extras, desligamentos e treinando gestores sobre limites legais — ele se transforma na primeira barreira contra passivos futuros.</p>



<p>Além disso, a documentação precisa e o registro digital correto de cada etapa da jornada do colaborador reduzem espaços para interpretações dúbias e fortalecem a defesa da empresa em eventuais demandas judiciais.</p>



<p>Já o jurídico, por sua vez, deve exercer papel consultivo e integrador, apoiando o RH na criação de políticas internas, auditorias, canais de denúncia e programas de capacitação.</p>



<p>A tecnologia também tem papel essencial: sistemas de gestão automatizada oferecem rastreabilidade e garantem a conformidade documental.</p>



<p>Mais do que evitar litígios, o compliance trabalhista promove segurança, reputação e sustentabilidade empresarial — porque prevenir custa menos, financeiramente e moralmente, do que remediar.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/compliance-trabalhista-rh-gestao-preventiva-para-as-empresas/">Compliance trabalhista + RH: gestão preventiva para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/compliance-trabalhista-rh-gestao-preventiva-para-as-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A linha tênue entre flexibilidade e fraude: o alerta da pejotização para as empresas</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/a-linha-tenue-entre-flexibilidade-e-fraude-o-alerta-da-pejotizacao-para-as-empresas/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/a-linha-tenue-entre-flexibilidade-e-fraude-o-alerta-da-pejotizacao-para-as-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 21:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4759</guid>

					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre a “pejotização” — contratação de profissionais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/a-linha-tenue-entre-flexibilidade-e-fraude-o-alerta-da-pejotizacao-para-as-empresas/">A linha tênue entre flexibilidade e fraude: o alerta da pejotização para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A discussão sobre a “pejotização” — contratação de profissionais como pessoa jurídica para evitar vínculo empregatício — voltou ao centro do debate jurídico após a audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal no último dia 6. O tema reacende um ponto sensível do ambiente empresarial: o equilíbrio entre liberdade econômica e responsabilidade social.</p>



<p>Sob a ótica do Direito Empresarial, o desafio não está em negar a inovação nas relações de trabalho, mas em <strong>distinguir o legítimo empreendedorismo da simulação de autonomia</strong>.</p>



<p>Empresas que transformam relações celetistas em contratos de prestação de serviços correm o risco de ver seus modelos desmoronarem diante de ações trabalhistas, autuações previdenciárias e danos reputacionais irreversíveis.</p>



<p>Mais do que uma questão legal, a pejotização desestrutura o ecossistema que sustenta a competitividade empresarial. Quando o sistema de seguridade social é fragilizado, os impactos recaem também sobre o empregador — aumento de contribuições futuras, perda de equilíbrio no mercado e insegurança nas relações contratuais.</p>



<p>Para o meio corporativo, o caminho não é a informalidade, mas a <strong>construção de modelos sustentáveis</strong>, que unam eficiência, segurança jurídica e valorização das pessoas.</p>



<p>Práticas de <strong>compliance trabalhista</strong>, revisão contratual e <strong>governança nas relações laborais</strong> não apenas previnem passivos: refletem compromisso ético e responsabilidade social.</p>



<p>Em um cenário em que a competitividade é usada como justificativa para a flexibilização extrema, cabe às empresas decidirem de que lado da história desejam estar — o da conveniência imediata ou o da solidez a longo prazo.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/a-linha-tenue-entre-flexibilidade-e-fraude-o-alerta-da-pejotizacao-para-as-empresas/">A linha tênue entre flexibilidade e fraude: o alerta da pejotização para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/a-linha-tenue-entre-flexibilidade-e-fraude-o-alerta-da-pejotizacao-para-as-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia do Caminhoneiro: responsabilidade das transportadoras e o papel do compliance jurídico</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/dia-do-caminhoneiro-responsabilidade-das-transportadoras-e-o-papel-do-compliance-juridico/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/dia-do-caminhoneiro-responsabilidade-das-transportadoras-e-o-papel-do-compliance-juridico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 18:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4750</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Dia do Caminhoneiro, celebrado em 16 de setembro, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/dia-do-caminhoneiro-responsabilidade-das-transportadoras-e-o-papel-do-compliance-juridico/">Dia do Caminhoneiro: responsabilidade das transportadoras e o papel do compliance jurídico</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Dia do Caminhoneiro, celebrado em 16 de setembro, é uma oportunidade não apenas para homenagear aqueles que atuam nas estradas, mas também para refletir sobre a responsabilidade das transportadoras na aplicação da legislação vigente.</p>



<p>Mais de 2 milhões de profissionais movimentam 58% das mercadorias no país (CNT &#8211; Confederação Nacional do Transporte) e sustentam um setor que responde por R$ 480 bilhões ao ano (IBGE). Esse peso econômico exige que empresas estejam em plena conformidade com a Lei do Caminhoneiro (Lei 13.103/2015), revisada em 2023 pelo STF.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lei do Caminhoneiro e atualização do STF</h2>



<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13103.htm">Lei 13.103/2015</a> foi criada para regulamentar jornada, descanso e direitos, com mudanças relevantes trazidas pelo STF em 2023:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Jornada de até 8h diárias, com até 2h extras (ou 4h via convenção coletiva);</li>



<li>Pausas de 30min a cada 5h30 de direção;</li>



<li>Descanso obrigatório de 11h consecutivos a cada 24h;</li>



<li>Férias divididas em até 3 períodos, sendo um de 14 dias no mínimo;</li>



<li>Inclusão do tempo de espera (como carregamento e fiscalização) na jornada, com remuneração integral;</li>



<li>Descanso em viagem de longa duração de 24h semanais, somado às 11h diárias;</li>



<li>Revezamento de motoristas: repouso válido apenas em veículo estacionado.</li>
</ul>



<p>Essas mudanças reforçam o princípio de que a saúde do motorista é questão de segurança coletiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compliance trabalhista como diferencial</h2>



<p>O não cumprimento da lei expõe empresas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Multas administrativas;</li>



<li>Ações trabalhistas por excesso de jornada e falta de descanso;</li>



<li>Responsabilização em caso de acidentes;</li>



<li>Danos à reputação e imagem.</li>
</ul>



<p>Nesse contexto, a advocacia preventiva e consultiva se mostra essencial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estruturação de políticas internas;</li>



<li>Monitoramento e registro da jornada;</li>



<li>Treinamentos sobre segurança e bem-estar;</li>



<li>Revisão contratual e adequação normativa.</li>
</ul>



<p>Para além do caráter normativo, a lei funciona como um guia para assegurar o bem-estar dos trabalhadores, aumentar a segurança nas estradas e consolidar relações de trabalho mais saudáveis.</p>



<p>O MCK Advogados tem orgulho de assessorar algumas das principais transportadoras do país, acompanhando de perto esse setor estratégico e assessorando na adequação normativa, prevenção de riscos e valorização desses profissionais que movimentam a economia.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/dia-do-caminhoneiro-responsabilidade-das-transportadoras-e-o-papel-do-compliance-juridico/">Dia do Caminhoneiro: responsabilidade das transportadoras e o papel do compliance jurídico</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/dia-do-caminhoneiro-responsabilidade-das-transportadoras-e-o-papel-do-compliance-juridico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cresce número de ações trabalhistas envolvendo transtornos de ansiedade &#8211; Como isso envolve o compliance da sua empresa e a nova NR-01</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/cresce-numero-de-acoes-trabalhistas-envolvendo-transtornos-de-ansiedade-como-isso-envolve-o-compliance-da-sua-empresa-e-a-nova-nr-01/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/cresce-numero-de-acoes-trabalhistas-envolvendo-transtornos-de-ansiedade-como-isso-envolve-o-compliance-da-sua-empresa-e-a-nova-nr-01/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 22:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4742</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova versão da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/cresce-numero-de-acoes-trabalhistas-envolvendo-transtornos-de-ansiedade-como-isso-envolve-o-compliance-da-sua-empresa-e-a-nova-nr-01/">Cresce número de ações trabalhistas envolvendo transtornos de ansiedade &#8211; Como isso envolve o compliance da sua empresa e a nova NR-01</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nova versão da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01), em vigor desde 26 de maio de 2025, trouxe mudanças significativas para a gestão de saúde e segurança no trabalho, especialmente no que diz respeito aos riscos psicossociais.</p>



<p>Empresas agora devem identificar, registrar, mitigar e acompanhar fatores como estresse ocupacional, ansiedade, burnout e depressão, incorporando essas exigências ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A inclusão dos Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho (FRPRT) representa um avanço importante na prevenção de doenças ocupacionais e na proteção da saúde mental dos trabalhadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Período de adequação</h2>



<p>O Ministério do Trabalho estabeleceu um período educativo de 12 meses — até maio de 2026 — no qual não serão aplicadas multas às empresas em processo de adaptação. A decisão foi considerada equilibrada por entidades como a CNI e a FIEMG, que apontam o prazo como essencial para garantir segurança jurídica e viabilizar a implantação das novas diretrizes, especialmente para micro e pequenas empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compliance trabalhista como ferramenta de prevenção</h2>



<p>Diante do aumento de ações judiciais envolvendo adoecimento psíquico, o compliance trabalhista torna-se ainda mais relevante. Além de garantir conformidade com a NR-01, ele atua na prevenção de passivos trabalhistas, ao:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mapear e mitigar riscos psicossociais;</li>



<li>Preparar lideranças para lidar com temas de saúde mental;</li>



<li>Criar canais de escuta e acolhimento;</li>



<li>Avaliar juridicamente o ambiente organizacional e os processos internos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Atenção redobrada</h2>



<p>A postergação da fiscalização não deve ser encarada como alívio, mas como uma oportunidade estratégica. Empresas que se antecipam fortalecem sua cultura institucional, preservam sua reputação e demonstram compromisso com o bem-estar dos colaboradores.</p>



<p>Para mais informações, entre em contato clicando <a href="http://wa.me/5535988404049">aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/cresce-numero-de-acoes-trabalhistas-envolvendo-transtornos-de-ansiedade-como-isso-envolve-o-compliance-da-sua-empresa-e-a-nova-nr-01/">Cresce número de ações trabalhistas envolvendo transtornos de ansiedade &#8211; Como isso envolve o compliance da sua empresa e a nova NR-01</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/cresce-numero-de-acoes-trabalhistas-envolvendo-transtornos-de-ansiedade-como-isso-envolve-o-compliance-da-sua-empresa-e-a-nova-nr-01/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Justiça está a favor do trabalhador? Ou o mercado é que está mudando?</title>
		<link>https://mckadvogados.adv.br/a-justica-esta-a-favor-do-trabalhador-ou-o-mercado-e-que-esta-mudando/</link>
					<comments>https://mckadvogados.adv.br/a-justica-esta-a-favor-do-trabalhador-ou-o-mercado-e-que-esta-mudando/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MCK Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 10:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MCK Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mckadvogados.adv.br/?p=4726</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o avanço de novas pautas sociais, econômicas e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/a-justica-esta-a-favor-do-trabalhador-ou-o-mercado-e-que-esta-mudando/">A Justiça está a favor do trabalhador? Ou o mercado é que está mudando?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o avanço de novas pautas sociais, econômicas e institucionais, é comum ouvir que &#8220;a Justiça está sempre a favor do trabalhador&#8221;. Mas essa é uma visão simplificada de um contexto que se tornou muito mais complexo.</p>



<p>A verdade é que o ambiente corporativo está mudando. E as empresas que não acompanham esse movimento correm riscos reais: legais, reputacionais e estratégicos.</p>



<p>Neste artigo, explicamos por que tantas decisões judiciais têm sido favoráveis ao trabalhador e o que as empresas podem (e devem) fazer para se preparar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A evolução do Direito do Trabalho</h2>



<p>O Direito do Trabalho é, por natureza, protetivo. Ele nasce da premissa de reequilibrar uma relação historicamente desigual. Por isso, sua função principal é garantir direitos mínimos ao trabalhador e impor deveres claros ao empregador.</p>



<p>Mas, ao longo dos últimos anos, não foi apenas a lei que mudou. O mercado, a cultura organizacional e o comportamento das pessoas também passaram por transformações profundas. E isso vem sendo refletido nas decisões judiciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então por que parece que tudo está a favor do trabalhador?</h2>



<p>A sensação de que há um favorecimento constante ao trabalhador está ligada a três movimentos importantes:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. O fortalecimento das pautas ESG</h3>



<p>Empresas passaram a ser cobradas não apenas por resultados financeiros, mas pela forma como tratam seus colaboradores, fornecedores e o meio ambiente.</p>



<p>No campo trabalhista, isso significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adotar boas práticas de governança e responsabilidade social.<br></li>



<li>Promover ambientes saudáveis, inclusivos e seguros.<br></li>



<li>Manter conformidade com normas e fiscalizações.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. A crescente valorização da empatia e da inteligência emocional</h3>



<p>As relações profissionais passaram a exigir escuta, compreensão e capacidade de mediação. A postura dos gestores e a forma como conflitos são conduzidos têm peso nas decisões judiciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. O bem-estar como fator jurídico e organizacional</h3>



<p>A busca por equilíbrio entre vida e trabalho deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência. Em 2025, esse movimento foi reforçado pela atualização da <strong>NR-1</strong>, que passou a exigir que as empresas identifiquem e gerenciem <strong>riscos psicossociais</strong> no ambiente corporativo.</p>



<p>Esses riscos envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Jornadas exaustivas<br></li>



<li>Falta de suporte emocional<br></li>



<li>Liderança autoritária<br></li>



<li>Assédio moral ou sexual<br></li>



<li>Excesso de cobranças e metas inalcançáveis</li>
</ul>



<p>Empresas que não atuam preventivamente podem ser responsabilizadas judicialmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Justiça está mesmo a favor do trabalhador?</h2>



<p>A Justiça está a favor da <strong>lei</strong>.&nbsp;</p>



<p>Hoje, espera-se que as empresas atuem com ética, previsão de risco, gestão humanizada e compromisso institucional com o bem-estar de seus colaboradores.</p>



<p>Por isso, o que antes podia passar despercebido, hoje é observado com rigor: tanto por órgãos fiscalizadores quanto pelo Poder Judiciário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel do MCK nesse cenário</h2>



<p>No MCK Advogados, acompanhamos de perto as mudanças normativas e de comportamento que impactam as relações de trabalho. Atuamos de forma consultiva e estratégica para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prevenir litígios trabalhistas<br></li>



<li>Estruturar políticas internas em conformidade com as normas vigentes<br></li>



<li>Promover segurança jurídica e reputacional</li>
</ul>



<p><strong>Fale conosco clicando <a href="http://wa.me/5535988404049">aqui</a>.</strong></p>
<p>O post <a href="https://mckadvogados.adv.br/a-justica-esta-a-favor-do-trabalhador-ou-o-mercado-e-que-esta-mudando/">A Justiça está a favor do trabalhador? Ou o mercado é que está mudando?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mckadvogados.adv.br">Moreira Cesar e Krepp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mckadvogados.adv.br/a-justica-esta-a-favor-do-trabalhador-ou-o-mercado-e-que-esta-mudando/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
